segunda-feira, 22 de março de 2010

Poeteando

Há quem diga que poetas escrevem ao acaso, movidos a inspirações momentâneas e inexplicáveis.
Visando alterar esta visao ingênua e até preconceituosa, eu, um verdadeiro poeta moderno, despejei todo o meu talento numa folha de papel, seguindo a risca a regra do jogo: usar 12 palavras escolhidas por uma cidadã (13 se contar com o título) para criar aquele que pode revolucionar o mundo da poesia.
As palavras eram:
- comida
- homem
- 36
- almoço
- madrugada
- filme
- triste
- festa
- chão
- frio
- amarelo
- tênis
- AGORA

Sendo assim, o poema, pensado e dirigdo à bolinha com mais melanina deste recinto, segue abaixo

AGORA

A melhor hora do dia
Agora já é chegada
Já gostei muito do almoço
Hoje quero é madrugada

Vou saindo, vou pra festa
Pra descer até o chão
Pode vir dançar comigo
Só não vale passar mão

Se tá frio vou esquentar
Vou beber e vou beijar
Um ou dois eu já peguei
Hoje a meta é trinta e seis

Quero conhecer é muito homem
Pedro, Paulo, Terni ou Dênis
No final vou avisando
Não vai nem sobrar o tênis

Diz que é ator
E vem trabalhar no meu filme
Branco, preto, amarelo
Só não quero ninguém triste

Já é chegado o fim da noite
Foi legal mas cansativa
Falta apenas um lanchinho
Volto logo, já comida



obs.: última aula da sexta sempre com uma ultilidade superior!

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