Há quem diga que poetas escrevem ao acaso, movidos a inspirações momentâneas e inexplicáveis.
Visando alterar esta visao ingênua e até preconceituosa, eu, um verdadeiro poeta moderno, despejei todo o meu talento numa folha de papel, seguindo a risca a regra do jogo: usar 12 palavras escolhidas por uma cidadã (13 se contar com o título) para criar aquele que pode revolucionar o mundo da poesia.
As palavras eram:
- comida
- homem
- 36
- almoço
- madrugada
- filme
- triste
- festa
- chão
- frio
- amarelo
- tênis
- AGORA
Sendo assim, o poema, pensado e dirigdo à bolinha com mais melanina deste recinto, segue abaixo
AGORA
A melhor hora do dia
Agora já é chegada
Já gostei muito do almoço
Hoje quero é madrugada
Vou saindo, vou pra festa
Pra descer até o chão
Pode vir dançar comigo
Só não vale passar mão
Se tá frio vou esquentar
Vou beber e vou beijar
Um ou dois eu já peguei
Hoje a meta é trinta e seis
Quero conhecer é muito homem
Pedro, Paulo, Terni ou Dênis
No final vou avisando
Não vai nem sobrar o tênis
Diz que é ator
E vem trabalhar no meu filme
Branco, preto, amarelo
Só não quero ninguém triste
Já é chegado o fim da noite
Foi legal mas cansativa
Falta apenas um lanchinho
Volto logo, já comida
obs.: última aula da sexta sempre com uma ultilidade superior!
segunda-feira, 22 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
7 filmes para chorar...
...mesmo que(quase) ninguém morra.
Esse post vai ser chato. Longo. Muito chato mesmo. Porque não tem nada mais porre do que lista. E muito menos gente metido a crítico de cinema. E mulher de TPM. É, parece que não vai dar pra me esconder muito sob esse texto. Mesmo com o título fazendo a previsão, preciso alertar: vou contar finais de filmes.
O pior argumento que alguém pode dar a um chorão no cinema é "mas ninguém morreu, por que você tá chorando?" Quem faz um comentário assim? Partindo desse princípio e a pedidos, resolvi reunir, numa lista, sete filmes e suas (pseudo)justificativas para não rechaçar quem tenha chorado no cinema.
1- Lilo e Stitch
Sobre o filme: Duas irmãs Havaianas vivem sem seus pais. Lilo é bastante solitária e resolve comprar um cachorro. Escolhe um bicho meio estranho no canil mas o abraça como se fosse seu irmão. Acontece que ele é um ET e precisa voltar pro seu planeta.
Topo da lista mas não sem dúvidas. Se eu comecei o filme rindo de toda desenvoltura de Lilo como bailarina, eu terminei com orgulho dizendo que tinha caído um cisco no meu olho no meio do filme. "Ohana quer dizer 'família' e 'família' quer dizer 'nunca abandonar ou esquecer'." E isso é mais do que um motivo pra abrir a torneira. Final feliz, todos juntos, ê. E pensar que isso tudo aconteceu com Lilo depois de ela quase ser quase rejeitada por um ET. Isso é mais triste do que parece. Reflitam.
2- Juno
Sobre o filme: Uma adolescente engravida e resolve procurar uma família que possa cuidar de seu bebê melhor que ela. Encontra um casal que acompanha toda a gestação.
Não é porque eu tinha 16 anos quando assisti ao filme e muito menos porque eu tenho instinto maternal. Nenhuma das duas afirmações é verdadeira (o que não quer dizer que eu não possa desenvolver meu lado mãe. Tá? Porque eu posso!). Sei que a cena de 5 minutos depois do parto de Juno, onde ela dá seu bebê pra Vanessa (agora, mãe solteira) é de cortar o coração.

3- Feliz Natal
Sobre o filme: Nas trincheiras da 1ª Guerra Mundial, comandantes dos exércitos Alemão, Francês e Inglês resolvem dar uma trégua nas batalhas para celebrar o Natal.
Eu tenho total compreensão da merda que eu faria se contasse como esse filme é.
4- Up - Altas Aventuras
Sobre o filme: Um viúvo vive sozinho. Com balões de hélio e um companheiro escoteiro bem mais jovem, o velhinho vai em busca do lugar perfeito que sua mulher sempre sonhou enquanto viva.
Nada mais fofo do que um velhinho tentando provar seu amor depois da sua mulher morta. E, pra compensar, nada mais quebra-clima do que um gordo desastrado (hehe).
5- O Pianista
Sobre o filme: Um judeu polonês passa anos fugindo dos soldados alemães na Segunda Guerra Mundial.
Eu queria muito não precisar dizer o final. Grande parte da graça do filme tá em você esperar o tempo inteiro ele levar um tiro, comer um rato ou congelar. Façam um bolão pra saber como ele morre ;)
6- Simplesmente Amor
Sobre o filme: histórias românticas aparentemente paralelas.
O filme começa com uma cena de aeroporto. É pra te dar um clima de despedida. Ou você pensa: "Merda, vou ter que aguentar minha mulher chorando a partir de agora" ou então "Que saco. Que meloso." É chato, é meloso, mas é lindo. E é de Natal, gente! Quem disser que nunca chorou num filme de Natal é mocinha. Filme de Natal é pra chorar mesmo.
7- Toy Story
Sobre o filme: O brinquedo caubói morre de ciúmes do novo brinquedo astronauta que seu dono ganhou de aniversário.
Por incrível que pareça, Toy Story tá aqui. Isso porque eu não podia incluir Procurando Nemo, Rei Leão, etc. Woddy bobão. Briga o filme inteiro pra no final ser melhor amigo do Buzz. Os dois salvam as vidas um do outro e a lição de moral de amizade até que não é das piores...
--
O filmes são do tipo "todo-mundo-já-viu". Exceto Feliz Natal, que foi uma indicação meio cult. Espero não ter estragado a vida de muita gente contando os finais. Eu não sou mulherzinha. Eu não choro em todos os filmes. Ninguém nunca me viu chorando. E eu falo palavrão! Meu post devia ter um mínimo de credibilidade por isso. E eu ainda vou chamar de insensível quem vier me dizer que algum desses 7 filmes é ruim. Por até ser, mas... er, tá.
Essa vida de jornalista me cansa tanto que não tenho nem tempo de ir ao cinema. Só as Segundas-feiras sobrevivem. E Quartas, e Domingos antes das 14h. E porque o preço é muitíssimo camarada. Quanto à lista acima, ficaram de fora Atividade Paranormal, Em Busca da Terra do Nunca, Onde vivem os monstros e O Menino do Pijama Listrado. Fora os desenhos animados. Quando me pagarem um suco por uma lista de "7 filmes onde o personagem principal morre no final" ou "7 filmes de protagonistas órfãos" eu comento. ("Quando me pagarem..."?? Meu Deus, acho que estou incorporando a profissão.)
De qualquer maneira, cá estou, em minha breve estreia, pra dar o ar da graça. Apareci, estão vendo? Esse blog tava mesmo precisando de um post sério.
Esse post vai ser chato. Longo. Muito chato mesmo. Porque não tem nada mais porre do que lista. E muito menos gente metido a crítico de cinema. E mulher de TPM. É, parece que não vai dar pra me esconder muito sob esse texto. Mesmo com o título fazendo a previsão, preciso alertar: vou contar finais de filmes.
O pior argumento que alguém pode dar a um chorão no cinema é "mas ninguém morreu, por que você tá chorando?" Quem faz um comentário assim? Partindo desse princípio e a pedidos, resolvi reunir, numa lista, sete filmes e suas (pseudo)justificativas para não rechaçar quem tenha chorado no cinema.
1- Lilo e Stitch
Sobre o filme: Duas irmãs Havaianas vivem sem seus pais. Lilo é bastante solitária e resolve comprar um cachorro. Escolhe um bicho meio estranho no canil mas o abraça como se fosse seu irmão. Acontece que ele é um ET e precisa voltar pro seu planeta.
Topo da lista mas não sem dúvidas. Se eu comecei o filme rindo de toda desenvoltura de Lilo como bailarina, eu terminei com orgulho dizendo que tinha caído um cisco no meu olho no meio do filme. "Ohana quer dizer 'família' e 'família' quer dizer 'nunca abandonar ou esquecer'." E isso é mais do que um motivo pra abrir a torneira. Final feliz, todos juntos, ê. E pensar que isso tudo aconteceu com Lilo depois de ela quase ser quase rejeitada por um ET. Isso é mais triste do que parece. Reflitam.
2- Juno
Sobre o filme: Uma adolescente engravida e resolve procurar uma família que possa cuidar de seu bebê melhor que ela. Encontra um casal que acompanha toda a gestação.
Não é porque eu tinha 16 anos quando assisti ao filme e muito menos porque eu tenho instinto maternal. Nenhuma das duas afirmações é verdadeira (o que não quer dizer que eu não possa desenvolver meu lado mãe. Tá? Porque eu posso!). Sei que a cena de 5 minutos depois do parto de Juno, onde ela dá seu bebê pra Vanessa (agora, mãe solteira) é de cortar o coração.

3- Feliz Natal
Sobre o filme: Nas trincheiras da 1ª Guerra Mundial, comandantes dos exércitos Alemão, Francês e Inglês resolvem dar uma trégua nas batalhas para celebrar o Natal.
Eu tenho total compreensão da merda que eu faria se contasse como esse filme é.
4- Up - Altas Aventuras
Sobre o filme: Um viúvo vive sozinho. Com balões de hélio e um companheiro escoteiro bem mais jovem, o velhinho vai em busca do lugar perfeito que sua mulher sempre sonhou enquanto viva.
Nada mais fofo do que um velhinho tentando provar seu amor depois da sua mulher morta. E, pra compensar, nada mais quebra-clima do que um gordo desastrado (hehe).
5- O Pianista

Sobre o filme: Um judeu polonês passa anos fugindo dos soldados alemães na Segunda Guerra Mundial.
Eu queria muito não precisar dizer o final. Grande parte da graça do filme tá em você esperar o tempo inteiro ele levar um tiro, comer um rato ou congelar. Façam um bolão pra saber como ele morre ;)
6- Simplesmente Amor
Sobre o filme: histórias românticas aparentemente paralelas.
O filme começa com uma cena de aeroporto. É pra te dar um clima de despedida. Ou você pensa: "Merda, vou ter que aguentar minha mulher chorando a partir de agora" ou então "Que saco. Que meloso." É chato, é meloso, mas é lindo. E é de Natal, gente! Quem disser que nunca chorou num filme de Natal é mocinha. Filme de Natal é pra chorar mesmo.
7- Toy Story
Sobre o filme: O brinquedo caubói morre de ciúmes do novo brinquedo astronauta que seu dono ganhou de aniversário.
Por incrível que pareça, Toy Story tá aqui. Isso porque eu não podia incluir Procurando Nemo, Rei Leão, etc. Woddy bobão. Briga o filme inteiro pra no final ser melhor amigo do Buzz. Os dois salvam as vidas um do outro e a lição de moral de amizade até que não é das piores...
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O filmes são do tipo "todo-mundo-já-viu". Exceto Feliz Natal, que foi uma indicação meio cult. Espero não ter estragado a vida de muita gente contando os finais. Eu não sou mulherzinha. Eu não choro em todos os filmes. Ninguém nunca me viu chorando. E eu falo palavrão! Meu post devia ter um mínimo de credibilidade por isso. E eu ainda vou chamar de insensível quem vier me dizer que algum desses 7 filmes é ruim. Por até ser, mas... er, tá.
Essa vida de jornalista me cansa tanto que não tenho nem tempo de ir ao cinema. Só as Segundas-feiras sobrevivem. E Quartas, e Domingos antes das 14h. E porque o preço é muitíssimo camarada. Quanto à lista acima, ficaram de fora Atividade Paranormal, Em Busca da Terra do Nunca, Onde vivem os monstros e O Menino do Pijama Listrado. Fora os desenhos animados. Quando me pagarem um suco por uma lista de "7 filmes onde o personagem principal morre no final" ou "7 filmes de protagonistas órfãos" eu comento. ("Quando me pagarem..."?? Meu Deus, acho que estou incorporando a profissão.)
De qualquer maneira, cá estou, em minha breve estreia, pra dar o ar da graça. Apareci, estão vendo? Esse blog tava mesmo precisando de um post sério.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Last but not least
Pois bem, depois de vários apelos da torcida do Sport (tá bom, tá bom, do náutico também), sinto-me capaz de escrever neste restrito clube. Para comecar, gostaria de mandar um beijo pra minha mãe, pro meu pai e outro especialmente pra voce, Xuxa. Opa! Que nada de Xuxa, isso aqui como já foi dito é um reduto de machos. E macho que é macho só aprecia futebol, sair com as "boyzinha" e tomar uma cerva bem gelada (ainda que algumas pessoas sejam quase obrigadas a dar um gole hehe).
Então, comecemos por partes. Primeiro, gostaria de apologizar-me por não ter atentido a esse chamado anteriormente (como voces podem perceber ainda tenho influencias ocultas de língua estrangeira, mas vou cuidar para que isso nao ocorra mais, juro), estava com minha cabeca em outros lugares. Segundo, como meu companheiro, meu teclado nao é totalmente português, mas isso eu estou tentando concertar as fast as I can. Terceiro, só para informar que os assuntos aqui, mesmo que você nao concorde,nao entenda as piadas internas, nao consiga decifrar as linguagens às vezes rebuscadas de um estudante de jornalismo, nao desista, pois esse blog é para aqueles cabra de pea que tem testosterona a 100%, e come on, voce provavelmente é brasileiro e não desite nunca!
To conclude, é importante ressaltar que o objetivo deste reduto masculino é promover discussões acerca de assuntos diversos, de Lady Gaga e a antológica Kate Perry à Vinícius de Morais e Carlos Drummond de Andrade. Portanto, ratifico: não, nós não somos preconceituosos (uns anos de covivencia no CAC e voce vai descobrir o porque)!
Então, comecemos por partes. Primeiro, gostaria de apologizar-me por não ter atentido a esse chamado anteriormente (como voces podem perceber ainda tenho influencias ocultas de língua estrangeira, mas vou cuidar para que isso nao ocorra mais, juro), estava com minha cabeca em outros lugares. Segundo, como meu companheiro, meu teclado nao é totalmente português, mas isso eu estou tentando concertar as fast as I can. Terceiro, só para informar que os assuntos aqui, mesmo que você nao concorde,nao entenda as piadas internas, nao consiga decifrar as linguagens às vezes rebuscadas de um estudante de jornalismo, nao desista, pois esse blog é para aqueles cabra de pea que tem testosterona a 100%, e come on, voce provavelmente é brasileiro e não desite nunca!
To conclude, é importante ressaltar que o objetivo deste reduto masculino é promover discussões acerca de assuntos diversos, de Lady Gaga e a antológica Kate Perry à Vinícius de Morais e Carlos Drummond de Andrade. Portanto, ratifico: não, nós não somos preconceituosos (uns anos de covivencia no CAC e voce vai descobrir o porque)!
domingo, 14 de março de 2010
O mundo vai acabar mesmo

... e antes de 2012!
Se você já está pensando em ler um texto sobre os constantes desastres naturais dos últimos dois ou três meses, saiba que ainda não é o chegado esse momento. Entretanto, o assunto aqui também é de gravidade preocupante: a música popular está conduzindo a população brasileira para uma perdição total e os possíveis heróis de tal “homicídio” são ridicularizados e escanteados pela sociedade intelectual e ultrapassada.
Não levemos em conta aqui (por enquanto, talvez alguém se inspire em breve e faça algo decente, mas não eu nem agora) os astros da música internacional. Até porque, ficaria quase impossível não citar a lendária Kate Perry, com seus beijos em fãs (do mesmo sexo) ao vivo durante shows, o que desperta um ser escondido dentro de diversas pessoas. Né? Se você não achou graça, talvez seja porque a piada é interna; se achou, pare de se meter na conversa dos outros! De qualquer forma, calma, gente! Não é preciso sonhar tão alto e viajar milhas para desfrutar dos prazeres do lesbianismo.
Creio que acima temos um belo exemplo de introdução mal feita. Fugiu um pouco do assunto, deve ter sido sem graça... mas o que seria do desenvolvimento do texto se não fosse a introdução ruim para fazer o leitor pensar que é impossível piorar?
Paremos de fugir ao tema, então. Talvez eu escreva um pouco demais, pois essas férias deixaram aflorar em mim uma saudade tamanha de registrar meus pensamentos. Por isso, a boa notícia é que você pode parar de ler agora (se ainda estiver lendo, claro). A ruim é que, se decidir continuar, talvez canse.
Por supuesto... O assassino a quem eu me referia vem direto da suposta realeza: Rob Charles. Após incessante pesquisa, vasculhando discografias inúmeras desde anos remotos e podendo, assim, considerar-me um sábio da música “popular” brasileira, preciso compartilhar minha conclusão:
Vou cavalgar por toda a noite/Por uma estrada colorida
Usar meus beijos como açoite/E a minha mão mais atrevida
Qual direito tem alguém de dizer que isso sim é cultura e ‘tchuco tchuco gostoso’ ou ‘créééu’ não? Pelo menos a modernidade vai direto ao tema e não fica camuflando suas idéias eróticas para atingir um público maior e se fazer de romântico. E não para por aí:
Vou me agarrar aos seus cabelos/Pra não cair do seu galope.
Pela mãe do guarda! Que obsceno. Antes o verdadeiro (porém injustiçado) rei, com sua mensagem clara e poética:
E tudo o que a gente transava eram três, quatro cubas/Eu era a raposa e você era as uvas.

Ou o incomparável e, indiscutivelmente, maior poeta vivo existente João do Morro, cujo acervo merece mais anos dedicação minha, pois até o presente momento não é possível me decidir em apenas uns poucos exemplos de letras para citá-lo e por isso deixarei apenas o seu nome e fama, já tão familiar de todos nós.
Sei não viu.
Desconsiderando o radicalismo e a ironia, talvez seja até uma idéia a se analisar.
Aiai né.
quinta-feira, 11 de março de 2010
coisa de Macho!

O que esperar de qualquer espaço – virtual ou não – que tenha como denominação ou referência a expressão “clube do bolinha”? Sim, é exatamente isso: um espaço, um lugar, um clã criado por meninos, feito por meninos, dirigido por meninos e organizado por meninos, ou seja, um lugar de MACHO. Entretanto, nós, como exímios jornalistas, vivemos para vencer barreiras, derrubar preconceitos, acabar com os estereótipos– e também manipular suas cabeças, claro – afinal, a profissão mais bela do planeta é responsável pela modificação social; os jornalistas vivem para a sociedade, se ausentando de benefícios próprios (tirando, lógico, a parte que somos dotados de muito glamour, fama e sucesso). Mas, deixando de lado essas questões jornalísticas e voltando para a parte do clube do bolinha sem preconceitos, tenho a prazer de dizer que o nosso clube não é composto por meninos, e sim por machos. Machos de pensamento.
Futebol, cerveja, Kate Perry aqui são os assuntos preferidos. Nada de voleibol, vodka francesa ou Jonh Meyer. Abrimos espaço para um futebol americano ou um basquetezinho, vinhos também são bem vindos (só carreteiro ou sangue de boi, obviamente) e Vanessa da Mata quando quisermos pagar uma de Cult moderno. Aqui todo mundo anda na contramão das avenidas sem medo, faz misturas absurdas (para você) como raspa-raspa de chiclete e doce de amendoim com côco, - afinal tudo vai pra um buraco só ou não? – e mistura o açúcar com o suco na boca. Sim, na boca, porque mexer com a colher é coisa de mulherzinha. A nossa diversão é ficar num belo camarote reservado na Avenida Conselheiro Aguiar olhando e admirando as belas prostitutas da zona sul do Recife. Tudo isso regado com muita pizza de brigadeiro com queijo, porque pizza que é pizza tem queijo. Sim, já ia esquecendo, não venham falar em francês ou em espanhol com nós 4, porque biquinho e língua presa são coisas altamente escrotas; português e, no máximo, inglês são aceitos.
Se você se identificou junte-se a nós e freqüente esse blog que vai mudar a internet através somente da palavra. Todos os textos terão sim algumas piadas internas e, se você não entender, não se sinta constrangido nem preocupado, apenas continue lendo e frequentando, você irá se identificar conosco de alguma forma, nem que seja o time de futebol. Preciso ir nessa, pois vou ali tomar uma vodka francesa, assistir um jogo de vôlei e escutar uma música em espanhol! Abraços.
A faculdade é mesmo deveras incentivadora. Saímos das aulas sempre com boas idéias, sugestões excelentes. A maioria delas é usada para... o lazer, que é o que trará o retorno mais rapidamente. Mas é óbvio que nossa capacidade intelectual transcende a festança e invade o âmbito da utilidade pública. Como dito anteriormente, não queremos guardar nossos pensamentos e nossos talentos inegáveis só para nós, nossos professores e nossos chefes. A bondade permitiu a inauguração dessa página, que mudará a vida de vocês, certamente.
Prometo que acabarei com a megalomania, o egocentrismo e as verdades evidentes. Depois da grande apresentação que tivemos, passei mesmo pra dar as boas vindas.
Vocês realmente poderão nos reconhecer nos textos. Ainda assim, é verdade que nós temos algumas coisas em comum além do mesmo curso universitário; aqui, por exemplo, todo mundo pegava a Kate Perry.
Mas isso NÃO vem ao caso.
Prometo que acabarei com a megalomania, o egocentrismo e as verdades evidentes. Depois da grande apresentação que tivemos, passei mesmo pra dar as boas vindas.
Vocês realmente poderão nos reconhecer nos textos. Ainda assim, é verdade que nós temos algumas coisas em comum além do mesmo curso universitário; aqui, por exemplo, todo mundo pegava a Kate Perry.
Mas isso NÃO vem ao caso.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Chegando...
`Tu num criiia!`
Apos apelos incontrolaveis de toda a populacao pernambucana (para usar da modestia e nao ousar falar `mundial`), aqui esta o blog mais esperado dos ultimos tempos. Fique claro de antemao que qualquer falta de acentuacao, de pontuacao adequada ou mesmo de correcao gramatical eh pura e simplesmente explicada pelo fato do primeiro post estar sendo elaborado em computador ingles. Entenda-se: isso nao eh desculpa de menino buchudo e que nao sabe escrever, embora o presente escritor aqui representado nao esteja realmente em sua melhor forma fisica. O fato eh que tais pequenos problemas (eh, os dois)serao resolvidos da melhor forma as soon as possible.
Importante ressaltar que nao pretendemos identificar o autor de cada post. Infelizmente, acredito estar desonrando tal compromisso logo no primeiro post, mas isso tambem sofrera correcao em breve. Talvez seja facil distinguir os escritores devido ao notavel abismo existente ao comparar a competencia jornalistica de cada membro. Mas isso nao deve ser comentado. Por enquanto.
A proposito, a ideia dessa humilde, porem seria, pagina virtual eh expor ideias uteis (ou nao) que, independente de sua relevancia, nos parecem interessantes de serem divulgadas. Ou melhor, compartilhadas com todos voces, de forma a deixar evidente que o egoismo nao tem vez no meio jornalistico.
Em suma, (e vendo pela otica de que tambem buscaremos, sempre que possivel, homenagear e incentivar nossos proprios membros), o cerni da questao eh: nao sei o que falar nessa frase, so tentei mostrar que pretendo mesmo homenagear meus incomparaveis companheiros de aventuras. Entretanto, quem pensar que encontrara baboseiras e fofocas nessa pagina, acredite: talvez voce encontre mesmo. O objetivo principal de todos nos, porem, nao eh apenas divulgar ideias, mas estar constantemente praticando o jornalismo e a arte da redacao, ultilizando-nos disso para o crescimento pessoal e profissional, pois acreditamos em um jornalismo serio e cada vez mais capacitado. Dessa forma, estamos nos preparando para fazer do jornalismo, em breve, uma profissao digna de reconhecimento, inveja, cobica, e reverencia de todo e qualquer cidadao e cujo diploma valha um pouco mais do que pequenas folhas de guardanapos em bares e pizzarias.
O clube do bolinha esta entrando em acao. Por favor, nao se apavorem: nossa bolinha favorita eh bastante competente para organizar o design do blog e toda sua parte `artistica`. Espero que sim, pelo menos. Ah, e ela tambem escreve!
Eh so isso, nao tem mais jeito. Chegamos!
Apos apelos incontrolaveis de toda a populacao pernambucana (para usar da modestia e nao ousar falar `mundial`), aqui esta o blog mais esperado dos ultimos tempos. Fique claro de antemao que qualquer falta de acentuacao, de pontuacao adequada ou mesmo de correcao gramatical eh pura e simplesmente explicada pelo fato do primeiro post estar sendo elaborado em computador ingles. Entenda-se: isso nao eh desculpa de menino buchudo e que nao sabe escrever, embora o presente escritor aqui representado nao esteja realmente em sua melhor forma fisica. O fato eh que tais pequenos problemas (eh, os dois)serao resolvidos da melhor forma as soon as possible.
Importante ressaltar que nao pretendemos identificar o autor de cada post. Infelizmente, acredito estar desonrando tal compromisso logo no primeiro post, mas isso tambem sofrera correcao em breve. Talvez seja facil distinguir os escritores devido ao notavel abismo existente ao comparar a competencia jornalistica de cada membro. Mas isso nao deve ser comentado. Por enquanto.
A proposito, a ideia dessa humilde, porem seria, pagina virtual eh expor ideias uteis (ou nao) que, independente de sua relevancia, nos parecem interessantes de serem divulgadas. Ou melhor, compartilhadas com todos voces, de forma a deixar evidente que o egoismo nao tem vez no meio jornalistico.
Em suma, (e vendo pela otica de que tambem buscaremos, sempre que possivel, homenagear e incentivar nossos proprios membros), o cerni da questao eh: nao sei o que falar nessa frase, so tentei mostrar que pretendo mesmo homenagear meus incomparaveis companheiros de aventuras. Entretanto, quem pensar que encontrara baboseiras e fofocas nessa pagina, acredite: talvez voce encontre mesmo. O objetivo principal de todos nos, porem, nao eh apenas divulgar ideias, mas estar constantemente praticando o jornalismo e a arte da redacao, ultilizando-nos disso para o crescimento pessoal e profissional, pois acreditamos em um jornalismo serio e cada vez mais capacitado. Dessa forma, estamos nos preparando para fazer do jornalismo, em breve, uma profissao digna de reconhecimento, inveja, cobica, e reverencia de todo e qualquer cidadao e cujo diploma valha um pouco mais do que pequenas folhas de guardanapos em bares e pizzarias.
O clube do bolinha esta entrando em acao. Por favor, nao se apavorem: nossa bolinha favorita eh bastante competente para organizar o design do blog e toda sua parte `artistica`. Espero que sim, pelo menos. Ah, e ela tambem escreve!
Eh so isso, nao tem mais jeito. Chegamos!
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